Embora a HAP seja uma doença rara, com uma prevalência estimada de 30 a 50 casos por milhão1, a prevalência da HAP em alguns grupos de risco é substancialmente maior. Por exemplo, em pacientes infectados por HIV, a prevalência é de 0,5%2, em pacientes de anemia falciforme a prevalência é de 20 a 40%3 e em pacientes com esclerose sistêmica a prevalência foi relatada como sendo de 4,9% até 38%.4
A HAP idiopática é mais comum em mulheres jovens com uma média de idade ao diagnóstico de 36 anos. Contudo ela pode ocorrer em qualquer idade.5 A HAP idiopática é duas vezes mais comum em mulheres que em homens.5,6 Embora a prevalência relativa real de HAPi, HAPf e HAPa seja desconhecida, é provável que a HAPI seja responsável por pelo menos 40% dos casos, e a HAPa pela maioria dos demais casos.7,8
Devido à natureza não específica dos sintomas, a HAP é mais freqüentemente diagnosticada quando os pacientes atingem um estágio avançado da doença (Classe Funcional III e IV da OMS),8 sugerindo que a prevalência real pode ser maior que a documentada na literatura.
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